terça-feira, 17 de junho de 2008

Correr

Há pouco tempo iniciei um projeto de vida mais saudável.
Como todo projeto, começou pela pesquisa, seguindo pelo comparativo.

Existem dois pontos que precisam manter o equilíbrio: uma alimentação balanceada e exercícios regulares.
Depois de muito pesquisar, entendi que a alimentação adequada começa no supermercado, e segue pelas opções nutricionais do food service que você utiliza.
Nas atividades físicas, aprendi que o mais importante é o compromisso. Você precisa estar envolvido com o exercício. Precisa ser prazeroso para ser realmente saudável.

Procurando por academias, cheguei à conclusão que pagar os altos preços praticados pelos estabelecimentos, não me atraiam, e minha freqüência estava seriamente comprometida pelo status social que o ambiente de academia vem criando. Cada vez mais vem se tornando um “point”, que a galera vai para se reunir, exibir suas roupas e músculos.

Como não sou exatamente uma inspiração corporal para artistas plásticos, senti que seria um ícone marcante em uma academia. Objeto de comentários e análise dos freqüentadores.

Por não ter vocação para alvo, decidi procurar alternativas para validar meu mais recente projeto de vida.
Opções como Personal Training foram pensadas, e logo descartadas pelo fator financeiro.
Equipamentos em casa foram levados em consideração, mas os que não foram descartados pelo quesito dinheiro, foram excluídos pelo fator tédio de se exercitar em casa.

Com o dilema batendo em minha porta, fui me sentindo em um beco sem saída. Eu já havia resolvido rapidamente o fator alimentação, e parecia que eu estava procurando desculpas para não me mexer.

Foi então que comecei levar meu pequeno cão e companheiro, o Chuvisco, para passear todos os dias. Percebi que a cada caminhada, ficávamos mais tempo andando. A gente se sentia melhor depois do passeio.

O lazer virou um hábito. Todos os dias eu caminhava. Com ou sem cachorrinho para acompanhar. Vieram as roupas de ginástica.

Comecei ir ao parque, e caminhar em volta do lago. A pista tem marcação e relógio. Tempo e distância era controlados.

A cada dia eu procurava diminuir o tempo por volta, e aumentar o percurso. Correr nunca foi meu forte. Eu procurava correr uns poucos metros, e descansava. Retomado o fôlego, corria mais um pouquinho.

Com o passar dos dias, fui capaz de dar uma volta completa, de 1km. Cansando, claro.

Mas o que mais me deixa animada mesmo, é a balança. Todo dia, ela me marca um pouquinho a menos. Hoje somos grandes amigas.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Criatividade Popular


Achei muito interessante o nível de criatividade em um simples lembrete.


Isso prova que podemos ser objetivos quando queremos transmitir uma mensagem.


A imagem me chegou por email, como sendo arte de um estagiário do Banrisul.
Não tive oportunidade de confirmar a veracidade da informação. Contudo, vale a pena dividir.