terça-feira, 14 de outubro de 2008

Tecnologia e o ser humano

Eu tenho certo conhecimento em tecnologia. Porque gosto e sou curiosa. Fico fascinada com tudo que a tecnologia nos possibilita, e como ela muda o comportamento do ser humano. Computador hoje faz parte da minha rotina.
E é sobre isso que queria falar.

Entre o início e o meio do século passado, automóvel era a tecnologia do momento. A família que tinha um carro era centro das atenções.
Depois veio a televisão. Imagem gravada, até então, somente no cinema. E as casas que tinham um aparelho televisor, eram freqüentemente visitadas pelos amigos.
Com o telefone, a mesma coisa. Como o desembolso inicial era maior, devido à compra de ações da companhia, o serviço demorou bem mais para ser difundido. Além de precisar pagar pelo seu uso.
Então, vieram os eletrodomésticos, aparelhos de som, toca-fitas, vídeo-game, vídeo-cassete, fax, DVD, celular, MP3, computadores, notebook.
Após o surgimento de qualquer novidade que tenha utilidade, as opiniões se dividem. Uns achavam desnecessário, outros ficam fascinados, e alguns usam se a necessidade chega até ele.

Todos os itens que relaciono, em seu início, era fantasioso pensar que o indivíduo pudesse ter mais que um.
Imagine, nos anos 20, uma pessoa com dois, ou três automóveis. Para que alguém precisa de tanto? E mais de uma TV em casa? Exagero! Um celular por CPF era a restrição no início da telefonia móvel. Hoje, os aparelhos celulares já têm compartimento para operar com dois chips simultaneamente. E o consumismo e o comodismo nos permitem ter mais de um, de tudo que foi dito.

Mas os itens que ainda não surgiram, não se popularizaram ou não se baratearam, ainda são rotulados com as mesmas características do inicio do século passado.

Recentemente, em conversa com um admirável parceiro, surgiu um comentário que se encaixa no assunto. Ele estava falando de um cliente potencial que ele havia feito contato pessoalmente. Era um empresário bem sucedido, e que por conta de sua expansão e enriquecimento, dispunha de 03 (três) helicópteros. Isso mesmo. Três helicópteros.





Claro que depois de ler o texto, sua cabeça estará predisposta a pensar da mesma forma que eu.
É só voltar o texto, e ver que as mudanças vão ocorrer. É possível, que dentro de alguns anos, as pessoas disponham de seus próprios helicópteros, como dispõe de seus automóveis hoje.

Pessoas com visão limitada, não conseguem enxergar que os mesmos empecilhos que existem hoje, existiam em relação aos carros, e eles foram sendo corrigidos. Excesso de trânsito, nós criamos túneis, viadutos, passagens subterrâneas, alargamento de pista.






Eu pergunto o seguinte: será que vou participar da época que cada um terá seu próprio helicóptero? Espero que sim!


Tem um inventor japonês que esta trabalhando para isso. Criou o menor helicóptero do mundo, e esta homenageando Leonardo Da Vinci .



Só espero que funcione também com energia solar. E tenha piloto automático.











2 comentários:

Anônimo disse...

Realmente não paramos para ver o mundo, estámos tão bitolados em nossas problemas pessoais que não paramos um minuto pra ver e perceber um pouco do mundo a nossa volta. A tecnologia é um arma muito valiosa hoje em dia, e que usada com imprecisão pode acaretar danos, grandes ou pequenos, o que não vale é agir com imprudência como foi feito nas décadas de 30/40, onde o preço do petróleo chegou a custar míseros um Dólar. Assim, usaram essa combustível fóssel de uma maneira tão imprudente fazendo do presentismo um fato consumado. Mas como sabemos, algo está para acontecer, mas o quê?

Fernanda Suraci disse...

Pois é, o uso indevido da tecnologia pode causar danos..

Parece que o ser humano nasceu para se destruir mesmo. Um instinto animal, de sobrevivência.
Mas não acredito que a destruição do planeta e da própria raça humana esteja comprometida pelo avanço tecnológico. Toda história do mundo é lembrada pelas lutas, guerras, conquistas. Conta a história que Nero pos fogo em Roma. Alguns historiadores duvidam de sua culpa, mas ninguém duvida do fato: Roma foi praticamente destruida pelo incêndio, no início da Era Cristã.
Não havia póvora, nem petróleo, muito menos bomba atômica.. e isso não impediu que uma cidade fosse devastada.